A doença de Alzheimer vai além da perda de memória para fatos recentes; ela altera drasticamente o comportamento e a personalidade do paciente. Sintomas como paranoia e acusações infundadas são comuns e podem resultar em tensões significativas dentro da família, especialmente entre casais que compartilharam uma vida juntos.
Familiares e cuidadores precisam estar cientes de que as mudanças comportamentais são sintomas da doença, não ataques pessoais. A paciência e a compreensão são cruciais para lidar com momentos de agressividade e confusão, que podem ser particularmente intensos durante certas horas do dia, como pela manhã ou no final da tarde.
O cuidado contínuo e as demandas emocionais podem sobrecarregar os cuidadores. É essencial que eles também cuidem de sua própria saúde mental e busquem suporte quando necessário. Manter uma rotina, evitar confrontos e adaptar-se às necessidades do paciente podem ajudar a minimizar o estresse e melhorar a convivência.
Manter uma rotina consistente é fundamental para os pacientes com Alzheimer. Mudanças na rotina diária podem desencadear confusão e agitação. É importante que atividades como banho, refeições e consultas médicas sejam realizadas no mesmo horário todos os dias para proporcionar uma sensação de estabilidade e segurança ao paciente.
Quando o paciente expressa delírios ou confusões, como não reconhecer sua própria casa ou insistir em realidades que não existem, é mais produtivo entrar na visão de mundo deles do que tentar corrigi-los. Acompanhar suas crenças temporariamente pode evitar confrontos desnecessários e acalmar o paciente.
Cuidadores podem precisar de criatividade para lidar com comportamentos desafiadores. Por exemplo, se o paciente se recusa a tomar banho, o cuidador pode reintroduzir a ideia mais tarde de maneira diferente, como se fosse uma nova atividade que não foi rejeitada anteriormente.
O Alzheimer é uma doença que transforma a vida não apenas do paciente, mas de todos ao seu redor. Entender os aspectos emocionais e comportamentais do Alzheimer é tão crucial quanto gerenciar os sintomas cognitivos. Com estratégias adequadas e um compromisso com a paciência e o entendimento, é possível oferecer um cuidado que preserve a dignidade e a qualidade de vida do paciente, ao mesmo tempo que se reduz o estresse dos cuidadores. Em nossos próximos artigos, continuaremos explorando outras facetas desta condição complexa e as novas pesquisas que surgem para combater a doença.
Este artigo destina-se a proporcionar um olhar compassivo e prático sobre os desafios enfrentados pelos familiares e cuidadores de pacientes com Alzheimer, oferecendo estratégias concretas para melhorar a convivência e o bem-estar de todos envolvidos.
Especialista em Neurologia e Clínica Médica, mas, acima de tudo, uma médica, antes de ser especialista.
Atende com um olhar mais atento a todos os distúrbios, clínicos ou não, e situações, que possam interferir em todas as dores ou queixas neurológicas, que o paciente possa apresentar.
Fez Residência Médica em Neurologia e Clínica Médica, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e é Formada em Medicina, pela UFJF-MG. Também é Especialista em Eletroencefalograma pelo Hospital São Paulo (UNIFESP).
Anderson P., via Google
Devido o stress e toda jornada digital (além de dores musculares), busquei o atendimento da Dra. Thélia para conhecer mais o protocolo REAC, que logo após os primeiros dias senti a mente mais organizada e o corpo descansado. Além do protocolo, a consulta é também uma terapia, por tamanho conhecimento apresentado pela Dra. Thélia. Indico para todos.
Érica S. V., via Doctoralia
A consulta foi excelente, fui muito bem recebida e eu não poderia deixar de colocar aqui o meu agradecimento pela atenção, pela sensibilidade e pela empatia que ela demonstra sempre pelos seus pacientes.
Thiago C. A., via Doctoralia
Uma médica excepcional que enxerga além do corpo. Ela consegue enxergar a sua alma e te explicar como as coisas funcionam de fato!
Uma experiência maravilhosa!
Um grande abraço pra ela!
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