A doença de Alzheimer é uma condição degenerativa, o que significa que envolve o envelhecimento e morte acelerada de células cerebrais. Esse processo resulta em uma atrofia cerebral, levando a uma diminuição progressiva das capacidades cognitivas do indivíduo.
A progressão da doença é alarmante; estatísticas indicam que a incidência do Alzheimer dobra a cada cinco anos após os 60 anos de idade. Com 65 anos, cerca de 10% dos idosos são afetados, número que salta para 20% aos 70 e impressionantes 40-80% aos 80 anos. Isso ressalta a urgência de abordar e entender melhor essa condição prevalente.
Embora não exista cura para o Alzheimer, tratamentos neuroprotetores podem desacelerar o declínio cognitivo. Estes tratamentos são capazes de manter a qualidade de vida dos pacientes por até 05 anos após o diagnóstico, segundo dados literários. No entanto, o foco principal é a estabilização da doença, mais do que a melhora cognitiva.
Identificar o Alzheimer em suas fases iniciais é crucial para um gerenciamento eficaz. Médicos experientes podem diagnosticar a doença com até 90% de precisão usando técnicas avançadas de imagem e biomarcadores, além da avaliação cognitiva detalhada.
É vital que os idosos saudáveis sejam submetidos a avaliações cognitivas regulares, idealmente a cada dois anos, para detectar quaisquer declínios precoces. Tais avaliações podem aumentar para cada 06 meses nos pacientes que já têm o diagnóstico da doença, ajudando assim a identificar a necessidade de intervenções e a ajustar os tratamentos conforme necessário.
O diagnóstico de Alzheimer frequentemente depende das observações de familiares e cuidadores, pois os pacientes podem não reconhecer suas próprias perdas cognitivas. É essencial que aqueles que estão próximos estejam atentos a quaisquer sinais de declínio cognitivo e busquem avaliação médica apropriada sem demora.
O Alzheimer é uma doença cada vez mais frequente que desafia pacientes, familiares e profissionais da saúde. Compreender sua natureza degenerativa, reconhecer a importância do diagnóstico precoce e aplicar estratégias de gerenciamento eficazes são passos fundamentais para lidar com essa condição prevalente. No próximo artigo, exploraremos mais profundamente outros aspectos do Alzheimer e como a ciência está avançando no tratamento e compreensão dessa doença complexa.
Este conteúdo oferece uma visão aprofundada sobre a doença de Alzheimer, visando educar e informar sobre sua crescente incidência em idosos e as abordagens disponíveis para seu manejo.
Especialista em Neurologia e Clínica Médica, mas, acima de tudo, uma médica, antes de ser especialista.
Atende com um olhar mais atento a todos os distúrbios, clínicos ou não, e situações, que possam interferir em todas as dores ou queixas neurológicas, que o paciente possa apresentar.
Fez Residência Médica em Neurologia e Clínica Médica, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e é Formada em Medicina, pela UFJF-MG. Também é Especialista em Eletroencefalograma pelo Hospital São Paulo (UNIFESP).
Anderson P., via Google
Devido o stress e toda jornada digital (além de dores musculares), busquei o atendimento da Dra. Thélia para conhecer mais o protocolo REAC, que logo após os primeiros dias senti a mente mais organizada e o corpo descansado. Além do protocolo, a consulta é também uma terapia, por tamanho conhecimento apresentado pela Dra. Thélia. Indico para todos.
Érica S. V., via Doctoralia
A consulta foi excelente, fui muito bem recebida e eu não poderia deixar de colocar aqui o meu agradecimento pela atenção, pela sensibilidade e pela empatia que ela demonstra sempre pelos seus pacientes.
Thiago C. A., via Doctoralia
Uma médica excepcional que enxerga além do corpo. Ela consegue enxergar a sua alma e te explicar como as coisas funcionam de fato!
Uma experiência maravilhosa!
Um grande abraço pra ela!
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